Deus não existe!!!

Posted in Uncategorized on novembro 21, 2008 by pensandolivre
Deus não existe. Ele é Ele mesmo pra além de toda essência e existência. Portanto, argüir acerca da existência de Deus é o mesmo que negá-Lo.

Deus não existe. Ele é. Eu existo. Pois existir não é algo que seja pertinente ao que É. Existir é o que se deriva do que sendo, É de si e por si mesmo.

Deus não existe. O que existe tem começo. Deus nunca começou. Deus nunca surgiu. Nunca houve algo dentro do que Deus tenha aparecido.

Deus não existe. Se Deus existisse, Ele não seria Deus, mas apenas um ser na existência.

Se Deus existisse, Ele teria que ter aparecido dentro de algo, de alguma coisa, e, portanto, essa coisa dentro da qual Deus teria surgido, seria a Coisa-Deus de deus.

Existem apenas as coisas que antes não existiam. Existir surge da não existência. Deus, porém, nunca existiu, pois Ele é.

Sim, dizer que Deus existe no sentido de que Ele é alguém a ser afirmado como existente, é a própria negação de Deus. Pois, se alguém diz que Deus existe, por tal afirmação, afirma Deus, e, por tal razão, o nega; posto que Deus não tem que ser afirmado, mas apenas crido.

Deus É, e, portanto, não existe. Existe o Cosmos. Existem as galáxias. Existem todos os entes energéticos. Existem anjos. Existem animais e toda sorte de vida e anima vivente. Existem vegetais, peixes, e organismos de toda sorte. Existem as partículas atômicas e as subatômicas. Existe o homem. Etc. Mas Deus não existe. Posto que se Deus existisse dentro da Existência, Ele seria parte dela, e não o Seu Criador.

Um Criador que existisse em Algo, seria apenas um engenheiro Universal e um mestre de obras cósmico. Nada, além disso. Com muito poder. Porém, nada além de um Zeus Maior. […]

A Escritura não oferece argumentos acerca da existência de Deus. Jesus tampouco tentou qualquer coisa do gênero. Tanto Jesus quanto a Escritura apenas afirmam a fé em Deus, e tal afirmação é do homem e para o homem — não para Deus —; pois se fosse para Deus, o homem seria o Deus de Deus, posto a existência de Deus dependeria da afirmação e do reconhecimento humano. Tal Deus nem é e nem existe; exceto na mente de seus criadores.

Deus não existe. O que existe pertence ao mundo das coisas que existem OU não existem. Deus, porém, não pertence a nada, e, em relação a Ele, nada é relação.

Defender a existência de Deus é ridículo. Sim, tal defesa apenas põe Deus entre os objetos de estudo. Por isto, dizer: “Deus existe e eu provo” — é não só estupidez e burrice; mas é, sem que se o queira, parte da profissão de fé que nega Deus; pois se tal Deus existe, e alguém prova isto, aquele que apresenta a prova, faz a si mesmo alguém de quem Deus depende pra existir… e ou ser.

O que “existe”, pertence à categoria das que coisas que são porque estão. Deus, porém, não está; posto que Ele É.
Ser e estar não são a mesma coisa, como o são na língua inglesa. O que existe pertence ao que é apenas porque está. Deus, entretanto, não está porque Ele É.

E quem direi que me enviou?” — perguntou Moisés. “Dize-lhes: Eu sou me enviou a vós outros!” — disse Ele.

Desse modo, Deus não diz “Eu Estou”, mas sim “Eu Sou”. Ora, um Deus que está, não é, mas passou a ser. Porém o Deus que É, mas não está; não pertence ao mundo das coisas verificáveis; posto que Aquele que É, não está; pois se estivesse, seria —, mas não Seria Aquele de Quem procedem todas as existências, sendo Ele apenas um ele, e não Ele; e, por tal razão, fazendo parte das coisas que existem — mas sem poder dizer Eu Sou!

Jesus também falou da sutileza do ser em relação ao estar. Quando indagado acerca da ressurreição pelos saduceus (que não criam em nada que não fosse tangível), Ele respondeu: “Não lestes o que está escrito? Eu sou o Deus de Abraão, eu sou o Deus de Isaque, eu sou o Deus de Jacó. Portanto, Ele é Deus de vivos, e não de mortos; pois para Ele todos vivem”. Assim, os que vivem para sempre são os que são em Deus, e não os que estão existindo. A vida eterna não é existir pra sempre, mas ser em Deus.

Assim, para viver eternamente eu tenho que entrar na dissolvência da existência, a fim de poder mergulhar naquilo que está pra além do que existe; posto que É.

A morte pertence à existência. A vida, porém, se vincula ao que não existe, pois, de fato É.

O que existe carrega vida, mas não é vida. A vida, paradoxalmente, não pertence ao que é existente, mas sim ao que É.

Quando falo de vida, refiro-me não às cadeias de natureza biológica que constituem a vida dentro da existência. Mas, ao contrario, ao falar em vida, refiro-me ao que é para além da existência constatável.

Ora, usando uma gíria de hoje, eu diria: Tillich tem razão quando diz: “Deus não existe!” — pois é isto que hoje se diz quando algo está pra além da existência: “Meu Deus! Esse cara não existe!”. Assim é com Deus: Não existe! Pois é de-mais!(REVERENDO CAIO FÁBIO), Sérgio vc acredita mais em Deus do que muitos que professam o Seu nome.

beijogalera!
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Quanto vale a sua Fé?

Posted in Uncategorized on novembro 11, 2008 by pensandolivre

Gênesis 25. 27-34

 

27 – E cresceram os meninos, e Esaú foi homem perito na caça, homem do campo; mas Jacó era homem simples, habitando em tendas.

 

28 – E amava Isaque a Esaú, porque a caça era de seu gosto, mas Rebeca amava a Jacó.

 

29 – Jacó cozera um guisado; e veio Esaú do campo, e estava ele cansado;

 

30 – E disse Esaú a Jacó: Deixa-me, peço-te, comer desse guisado vermelho, porque estou cansado. Por isso se chamou Edom.

 

31- Então disse Jacó: Vende-me hoje a tua primogenitura

 

32 – E disse Esaú: Eis que estou a ponto de morrer; para que me servirá a primogenitura?

 

33 – Então disse Jacó: Jura-me hoje. E jurou-lhe e vendeu a sua primogenitura a Jacó.

 

34 – E Jacó deu pão a Esaú e o guisado de lentilhas; e ele comeu, e bebeu, e levantou-se, e saiu. Assim desprezou Esaú a sua primogenitura.

 

Esse texto relata a história de Jacó e Esaú, filhos de Isaque e Rebeca, eles eram gêmeos e na barriga da Rebeca eles já lutavam um com o outro, isso porque no ventre de rebeca existiam duas nações, ela iria da à luz á dois povos inimigos e um seria mais forte do que o outro. (ver nos versículos 19 – 23 no capítulo 25).

 

Esaú nasceu primeiro e depois nasceu Jacó. Esaú era o primogênito, então, ele tinha todos os direitos de filho mais velho, em determinado tempo Esaú acabou trocando o seu direito de filho mais velho por um prato de lentilhas com Jacó. Esaú não valorizava mais o seu direito de filho mais velho e acabou desprezando-o.

 

Quero fazer desse texto uma comparação para os dias de hoje, quero te perguntar: Quanto vale a sua fé? Ela vale um prato de lentilhas? Ela vale uma vida de noitadas em meio às drogas, prostituição? A sua Fé vale uma vida vazia? Quanto vale? Você sabe o valor da sua Fé?

Para muitos “cristãos” hoje essa Fé tem valor, às vezes vale um carro, fama, modismo, status, poder etc.

As pessoas esquecem de quanto essa Fé não tem valor, elas desprezam como se fosse algo que não seja tão fundamental em sua vida. Às vezes eu me pergunto: “Por quê a Fé cristã é “trocada” por coisas que não são tão fundamentais em nossas vidas? As vezes muitas pessoas podem encontrar perguntas sem respostas, é complicado, hoje muitas pessoas esquecem do quanto a Fé em Jesus cristo não tem valor, é algo incorruptível, algo que não é comprado, mas sim, oferecido pelo próprio Jesus.

O que seria de mim sem a Fé em Jesus em minha vida? Nada, não seria absolutamente nada. Eu não coloco o “nada” como que eu vou viver sozinho, ou como eu não vou conseguir nada em minha vida, não, não é isso. Mas coloco o “nada” como algo que se eu hoje não tivesse essa Fé seria tudo em vão em minha vida, seria como não ter sentido pra nada, seria como correr contra o vento. Essa Fé que transforma, que Liberta, que traz Paz e que traz a Salvação é algo simples e é dado para você através de Jesus.Você pode escolher em querer essa Fé, você pode escolher e não querer acreditar nessa Fé, ou você pode escolher em querer trocar essa Fé. Isso você decide.

Você quer ser um Esaú que trocou seu direito de filho mais velho por um prato de lentilhas? Ou você mesmo cansado, fraco, oprimido quer continuar com a sua Fé?

Lembre-se: trocar a sua Fé por um pratinho vagabundo que o diabo oferece às vezes é muito bom, mas o melhor que quando você continuar com a sua Fé, Deus não tem um pratinho vagabundo para você, Ele tem um banquete.

O bom é o inimigo do melhor.

Pense nisso.

Não quero ser um cristão…

Posted in Uncategorized on novembro 9, 2008 by pensandolivre

    Não quero ser um cristão que não vive o cristianismo, mas quero ser um cristão que as pessoas possam ver Jesus nas minhas atitudes e nos meus gestos. Não quero ser um cristão que vai a um culto no domingo à noite e que louva e adora um Deus e na segunda a sexta esquece desse Deus que tem que ser louvado a cada dia, a cada momento em Espírito e em Verdade. Nãoquero ser um cristão que vive em paradigmas de igrejas, quero sim, renovar as formas de mostrar o Verdadeiro amor, mas nunca mudar o contexto do evangelho de Cristo. Não quero ser um cristão cheio de “chavões”, ver diabo em tudo, e nem aqueles cristãos “Power Rangers”, sabe? Cheio de poderes, não, não quero isso, quero apenas mostrar a simplicidade de como é tão bom viver a pessoa de Jesus. Não quero ser um cristão cafona, viver dentro de uma bolha querendo ser superior a qualquer um, achando que é o dono da verdade, não quero isso, afinal, temos que viver é a Verdade de Jesus Cristo, pois ele é o Caminho, a Verdade e a Vida, e não querer viver a nossa própria “verdade”.

   Quero ser um cristão que Jesus possa ser meu universo, que de manhã ele possa ser o meu primeiro pensamento, e nada daquele negocio de: “vou orar 30 minutos hoje”. Que coisa medíocre, Deus não é psicólogo para marcar horário e querer desabafar para Ele, não quero isso, quero viver em espírito e em verdade, e que a cada momento eu possa discernir do que é certo e do que errado, enfim, não quero ser crente, quero ser apenas um verdadeiro cristão.

quero ser um Cristão DIFERENTE!

Posted in Uncategorized on outubro 26, 2008 by pensandolivre

Quero ser um cristão diferente. Não quero ser conhecido apenas como alguém que “não bebe, não fuma e não joga”. Isso é muito pouco. A “geração saúde”, que freqüenta as academias e come comida natural, não bebe e não fuma, e nem por isso podem ser chamados de cristãos.

Também não me contento em ser chamado de cristão por ter um modo diferente de me vestir. Durante muito tempo, no Brasil, a diferença que os cristãos queriam mostrar era que eles se vestiam de uma maneira “esquisita”, e isso acabou tornando-se motivo de chacota e que em nada engrandecia o Reino. Com certeza, usar uma roupa fora de moda, não faz de ninguém um cristão.

Também não me satisfaço com o modelo “gospel” de cristão que há hoje em dia. Broche de Jesus, caneta de Jesus, meias de Jesus. Sabe-se lá onde isso vai chegar. Tem muita gente ganhando rios de dinheiro com esses “cosméticos” para o cristão moderno. A grife “JESUS” tem vendido muito. Mas não adianta. Usar toda a parafernália do marketing “gospel” não faz de ninguém um cristão.

Pensei comigo: a moçada evangélica hoje está toda na Internet. E saí à busca de salas de bate-papo de evangélicos. Confesso que tentei inúmeras vezes, mas não consegui. Adentrava-me por assuntos importantes e profundos da vida cristã e as respostas eram chavões o tempo todo. Não se pensa, cria ou reflete, só se repete chavão do tipo “glóooooria”, “Ta amarrado”, “É tremendooo”, etc. Definitivamente, repetir chavões a todo o momento não faz de ninguém um cristão.

Quero ser um cristão diferente. Que não seja alienado da vida e de seus acontecimentos. Que saiba discutir e entender as questões existenciais, como a dor, a miséria, a sexualidade, a paixão, o amor. Quero ser um cristão que não vive acuado, com medo de tudo, vendo o diabo em toda à parte e querendo amarrá-lo a todo o momento. Jesus Cristo o derrotou na cruz, ele é um derrotado, e eu não preciso ficar me preocupando com ele 24 horas por dia.

Quero ser um cristão que saiba falar de tudo e não apenas de religião, e que tenha, em todas as áreas, discernimento e sabedoria. Quero ser um cristão que não tenha uma atitude conformista diante do mundo, do tipo: “Ah, Deus quis assim…”, mas que eu seja um agente de transformação nas mãos de Deus.

Que a minha diferença não esteja na roupa, mas na essência: coração bom, olhos bons.
Quero ser um cristão que cria os filhos com liberdade, apenas corrigindo-lhes, para que cresçam e desabrochem toda a criatividade que Deus lhes deu. Quero ser um cristão que vive bem com o seu próximo. Quero ser reconhecido como um cristão pelo que eu “sou” e não por aquilo que “não faço”. Quero ser um cristão simpático aos outros, agradável, piedoso, que se entristece com a dor do próximo, mas também se alegra com o seu sucesso (já reparou que as pessoas se solidarizam com nossas derrotas, mas poucos manifestam alegria quando vencemos?).

Não quero ter de falar a todo o momento que sou cristão, para que outros saibam, mas quero viver de tal modo que outros percebam Cristo em mim.

Daniel Rocha, pastor

Por que os cristãos devem usar suas mentes?

Posted in Uncategorized on outubro 11, 2008 by pensandolivre

 primeira razão se apresentará a todo crente que deseja ver o evangelho proclamado e Jesus Cristo reconhecido no mundo todo. Trata-se do poder do pensamento humano na concretização de ações. A História está repleta de exemplos da influência que grandes idéias exercem. Todo movimento de poder teve a sua filosofia que se apossou da mente, inflamou a imaginação e capacitou a devoção de seus seguidores.

Basta pensar nos manifestos fascista e comunista do século passado, na obra “Mein Kampf” de Hitler, de um lado, e no “Das Kapital” de Marx e “Pensamentos” de Mao, do outro. A. N. Whitehead resume isso da seguinte forma: Uma grande parte do mundo é atualmente dominada por ideologias que, se não completamente falsas, são estranhas ao evangelho de Cristo. Apregoamos “conquistar” o mundo para Cristo. Mas que espécie de “conquista” temos em mente? Certamente que não uma vitória baseada na força das armas.

Nossa cruzada cristã diferencia-se completamente das vergonhosas cruzadas da Idade Média. Observemos a descrição que Paulo faz dessa batalha: “Na verdade, as armas com que combatemos não são carnais, mas têm, a serviço de Deus, o poder de destruir fortalezas. Destruímos os raciocínios presunçosos e todo poder altivo que se levanta contra o conhecimento de Deus. Tornamos cativo todo pensamento para levá-lo a obedecer a Cristo”. Esta é uma batalha de idéias, a verdade de Deus vencendo as mentiras dos homens. Será que acreditamos no poder da verdade?

Não muito tempo depois que a Rússia brutalmente reprimiu a revolta húngara de 1956, o Sr. Kruschev referiu-se ao precedente dado pelo Czar Nicolau I, que comandara combate à revolta húngara de 1848.

Num debate sobre a Hungria, travado na Assembléia Geral das Nações Unidas, Sir Leslie Munro citou as observações feitas por Kruschev e concluiu seu discurso relembrando uma declaração feita por Lord Palmerston na Casa dos  Comuns em 24 de julho de 1849, com respeito ao mesmo assunto. Palmerston tinha dito o seguinte: “As opiniões são mais fortes que os exercícios. Se fundadas na verdade  e na justiça, as opiniões ao fim prevalecerão sobre as baionetas da infantaria, os tiros da artilharia e as cartas da cavalaria”…  Deixando de lado exemplos seculares do poder do pensamento, passo  agora a abordar algumas razões, mais propriamente cristãs, pelas quais devemos fazer uso de nossas mentes. Meu argumento agora é que nas doutrinas básicas da fé cristã, doutrinas da criação, revelação, redenção e  juízo, em todas elas está implícito que o homem tem um duplo e inalienável  dever: o de pensar e o de agir de conformidade com o seu pensamento e  conhecimento.

 

Trechos do livro “Crer é também pensar” de John Stott.

Obrigado.

O Grande Amor.

Posted in Uncategorized on setembro 28, 2008 by pensandolivre

O Grande Amor que eu quero falar é o Amor que transforma um ser humano, o Amor que trás paz e alegria, o Amor que não é egoísta.

Existem três tipos de amor: o amor ágape, o amor Fileo e o amor Eros.

Primeiro quero começar com amor Eros. Esse amor é relacionado com a parte sensual e sexual, entre o homem e a mulher. Hoje em dia, quando se fala de amor, logo se pensa em sexo. Isto se deve ao fato de nos últimos anos, os filmes retratarem o sexo como “fazer amor”. Bem, não há mal nenhum no sexo. Deus o criou para ser usado no contexto honesto, o casamento.

Depois vem o amor Fileo. O amor humano. É quando você ama na medida em que é retribuído para você, aquele amor que vem em trocas de favores, eu amo você se você me fizer feliz, esse é o amor Fileo.

E por ultimo.

O Amor Ágape, é o amor de Deus. O amor que não mede fronteiras, que não tem limites, o amor que ama mesmo não sendo amado. Ele não fala: — Eu só irei amar você, se você me amar também. — Não, esse amor não é assim, Ele o ama mesmo sabendo que você não se importa com a Sua pessoa, Ele o ama de qualquer jeito, não se importando com seus erros, com suas falhas e com seus defeitos.

Esse é o amor Ágape, o Amor que Jesus teve com as nossas vidas que mesmo sabendo que não somos merecedores desse amor Ele nos amou primeiro.

Nós seres humanos esquecemos que o maior dom é o amor, e deixamos de amar o próximo e ainda falamos que temos o amor de Jesus em nossos corações, que hipocrisia.

Podemos ter todos os dons, podemos ter todas as riquezas, podemos falar do Amor de Jesus em todos os lugares, podemos saber todas as línguas, mas se não tivermos amor, de nada isso irá valer. Precisamos amar o próximo como amamos a nós mesmo. Ai vem uma pessoa e fala: — ahh, eu preciso conhecer uma pessoa para amar. — Não, e eu provo para você isso, vai ao dicionário e ver que para amar você não precisa conhecer, bastar você desejar o bom ao próximo, e ainda mais outra prova disso, Jesus, Ele mesmo, Jesus, Ele não precisou conhecer você para amá-lo, Jesus não precisou saber da sua vida para perdoar os seus pecados.

Precisamos é seguir o Verdadeiro amor, e tirar esse amor egoísta que temos dentro de nós.

A minha vontade é de escrever isso na porta de várias igrejas que eu vejo por ai, mas uma coisa que eu agradeço a Deus todo santo dia, é a Sua GRAÇA.

O pregador e o exemplo- Padre Antonio Vieira

Posted in Uncategorized on setembro 16, 2008 by pensandolivre

A definição do Pregador é a vida, e o exemplo… Ter nome de Pregador ou ser Pregador de nome não importa. As ações, a vida, o exemplo, as obras, são aquilo que tem o poder de converter o mundo… Antigamente convertia-se o mundo: hoje por que não se converte ninguém? Porque hoje pregam-se apenas palavras, antigamente pregavam-se com palavras e com vida. Palavras sem obras são tiros sem bala, atiram mas não ferem…

Para um homem ver a si mesmo são necessárias três coisas: olhos, espelho e luz. Se tem espelho e é cego; não se pode ver por falta de olhos; se tem espelho e olhos e é de noite, não se pode ver por falta de luz. Logo se faz necessário haver luz, espelho e olhos. Que coisa é a conversão de uma alma senão entrar um homem dentro em si, e ver-se a si mesmo? Para esta vista são necessários olhos, é necessária luz, e é necessário espelho. O pregador contribui com o espelho, que é a Palavra.; Deus contribui com a luz, que é a graça; o homem contribui com os olhos, que absorvem o conhecimento divino.