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O pastor fazendeiro.

Posted in Uncategorized on abril 24, 2009 by pensandolivre

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João 10: 11 Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.

 

“Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas”.

    

   Eu fico admirado com a pessoa de Jesus Cristo, Ele(Jesus) fala:“Eu sou o Bom pastor”. Que coisa magnifica jesus falando isso para nós que somos as ovelhas, Ele é o bom Pastor, Ele cuida, Ele dá a sua Vida por nós.

   Eu coloquei o título “O pastor fazendeiro” pelo seguinte fato, quando eu cito o “pastor fazendeiro” eu quero dizer daqueles pastores que não sabem pastoriar as suas ovelhas, ele são donos das ovelhas. O próprio Jesus não levou esse título de “dono”, não, Jesus levou o título de pastor das suas ovelhas (nós). E hoje várias igrejas caem em decadência por esse fato, desses pastores acharem que são os donos das ovelhas que eles teriam que pastoriar, o único dono dessas ovelhas e o Grande Fazendeiro é Deus, Ele sim pode ser o Grande fazendeiro, mas pastores que eram para direcionar, ensinar, instruir, cuidar e até dá a sua própria vida pelas suas ovelhas estão entrando no papel de Deus sendo os fazendeiros que mandam e desmandam nas suas ovelhas.

   Jesus ensina que os pastores tem que ser o Bom pastor como Ele foi, e se for preciso ser o pastor que dá a sua própria vida por suas ovelhas assim como Ele fez.

   Esse é o segredo para uma igreja ser bem instruida, para uma igreja ser lidada com disciplina, respeito e amor. Esse é o segredo para os pastores, serem apenas um bom pastor.

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Qual é o seu alvo?

Posted in Uncategorized on abril 19, 2009 by pensandolivre

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Filipenses 3: 13-14

 

13: Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim,

14: Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.

 

     Ultimamente tenho meditado muito nesse texto. Você tem algum alvo para alcançar?  Algum sentido para buscar na sua vida? Enfim, faço essa pergunta para você que está lendo isso nesse momento. Tenho feito essa pergunta pra mim mesmo ultimamente.

     Paulo cita ai em cima que ele quer prosseguir para um alvo, o alvo da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Pensando bem, que alvo é esse que nós como cristãos estamos querendo alcançar? Vejo que temos que pensar no futuro. O nosso alvo, mas às vezes nós como cristãos ficamos presos a várias coisas do nosso passado. É algo estranho, deixamos de focar no alvo que é almejar a pessoa de Jesus Cristo por causa de coisas fúteis, algo sem valor do passado que deixamos preso em nossa mente. Quando Jesus veio ao mundo ele trouxe liberdade, esperança, paz e salvação. E a partir do momento que entregamos a nossa vida a Jesus Cristo temos todas essas chaves para nos livrar do passado, esquecer das coisas que ficaram para trás e prosseguir para o alvo. O alvo de querer ser a imagem e semelhança de Jesus Cristo. Pensar como Ele pensou, andar como Ele andou, falar como Ele falou e viver como Ele viveu. Esse é o grande alvo, parece ser um pouco difícil mas podemos conseguir. Siga esse Alvo que é ser a imagem e semelhança de Cristo Jesus. O alvo da vitória, da certeza, podemos até cair em algum momento da caminhada, mas percebo que o Próprio Jesus vem e nos ajuda a seguir, a caminhar e proclamar a suaVerdade.

Qual é o seu alvo?

Pense nisso.

Confissões de Lúcifer

Posted in Uncategorized on março 25, 2009 by pensandolivre

Depois de passar 6.000 anos vagueando pela Terra, aprendi muito da natureza humana, suas fraquezas, virtudes e seus desejos mais secretos.

Tenho consciência que minha causa foi derrotada, entretanto estou trabalhando freneticamente para levar ao destino que me aguarda o maior número possível de pessoas, pois sei que pouco tempo me resta [1].

Não é fácil a vida de um adversário do Todo Poderoso, principalmente porque Ele conta com um exército fiel espalhado pelo mundo inteiro que com suas orações produzem uma reviravolta em todo mal que intento. Felizmente são poucos os que oram de verdade, porque a maioria está mais preocupada consigo
mesma, outros começam bem, me incomodam, mas logo desistem, pois não têm perseverança.

Fico admirado com o fascínio que exerço sobre alguns crentes, que falam mais de mim que de Deus. Rio muito quando eles tentam me amarrar, e dizem que naquela cidade eu não entro mais. Pois acaba a oração e eu continuo fazendo as mesmas estripulias. O que esses cristãos não entendem é que não devem lutar contra mim, mas buscar Aquele que tem mais poder que eu.

Quando eu quase destruí a vida de Jó, ele não me dirigiu uma palavra sequer, mas dizia o tempo todo que sua causa estava diante de Deus, e que o seu Redentor vive.

Quando humilhei Paulo colocando-lhe um espinho na carne, ele não tentou me acorrentar, mas apresentou sua fraqueza a Deus, que lhe deu vitória. Sinceramente, com gente assim não dá pra lutar.

Tenho prazer especial em atormentar esses que ficam preocupados comigo o dia todo. Eles dizem que me vêem em todos os lugares, até onde eu nem estou…. é muito engraçado. Com tais eu nem me previno, pois sei que são cristãos inseguros da fé que dizem possuir. Eles fazem parte daquele grupo que faz uma boa propaganda de mim, pois julgam que possuo muito mais poder do que realmente tenho e afirmam que fiz coisas das quais nada tive a ver.

Na verdade, eu sou um pobre diabo, condenado e derrotado, mas da forma que falam, é como seu fosse onisciente e onipotente. Será que eles não sabem que eu não posso fazer absolutamente nada sem a permissão do Todo Poderoso? Ah, se não fosse por Ele… mas, tudo bem, a propaganda é a alma do negócio.

Sou constantemente acusado de tirar muita gente da igreja. É mentira! Eles saem por que são levados pelos seus próprios interesses. Não fui eu quem instigou o filho pródigo a sair da casa do pai [2] e Demas abandonou o apóstolo Paulo porque amou mais o mundo do que a Deus [3].

Não tenho pretensão de tirar ninguém da igreja, pelo contrário. Quero deixá-los lá, pois farei de tudo para que sejam frios, apáticos, que fiquem brigando entre si por bobagem, que se dividam, e façam panelinhas entre eles. No que depender de mim farei com que tenham uma vida tão miserável que, quando forem evangelizar, ninguém vai querer ter uma vida igual a deles.

Outra estratégia que uso muito é a de fazer com que os valores da igreja se pareçam cada vez mais com o mundo, pois assim quando as pessoas passarem a freqüentá-la, elas não precisarão mudar nada, e continuarão fazendo as mesmas coisas de antes. Não é genial?

Adoro soprar mentiras nos ouvidos das pessoas, afinal quero fazer jus ao meu nome de “pai da mentira”. É, eu digo-lhes que são como gafanhotos e eles acreditam, digo-lhes que são uns derrotados e eles nem se levantam da cama, digo-lhes que Deus não os perdoou por tal e tal pecado e eles ficam cheios de culpa.

Confesso também que sinto um enorme prazer em oprimir aqueles que se recusam a perdoar ao seu irmão, pois recebi carta branca do Todo Poderoso para atormentá-los com toda sorte de espíritos malignos [4], dos quais eu sou o principal. E não ponham a culpa em mim, pois só posso fazer isso se o cristão recusar a liberar perdão, pois quando ele perdoa é horrível a sensação de paz daquele coração, e eu saio correndo dali.

Acho muito engraçado quando usam sal grosso e oração forte contra mim. Nem ligo. Agora, o que eu temo mesmo é uma vida santificada. Contra um crente santificado, fiel e que tem a Palavra guardada no coração, desse eu fujo [5].

Como minha hora se aproxima eu estou trabalhando num projeto grandioso para este século. É uma estratégia tão ardilosa que são poucos os que a percebem. Todos buscam uma divindade para adorar, por isso eu estou dando “Deus” de todos os tipos e para todos os gostos. Eu estou enchendo o mundo de “Deus” para que eles fiquem tão confundidos que não saibam quem é o verdadeiro.
Cada um pode ter o seu, do jeito que quiser. Vocês não imaginam como o povo gosta dessas novidades. Tenho queimado as pestanas inventando sacrifícios, novos rituais, e tenho levantado líderes que falam muito de Jesus, mas são meus súditos. Adoro soprar ventos de doutrinas porque os meninos na fé acreditam em tudo. O meu objetivo com isso? Confundi-los e fazê-los imaginar que estão servindo a Deus.

Agora, eu não aceito levar a culpa de tudo sozinho – eu só dou o que eles querem. Eles gostam do brilho, eles buscam glória pra si, eles crêem em todas as formas de misticismo, e eu nunca imaginei que esse povo gostasse tanto de ídolos. Séculos atrás lhes dei um bezerro de ouro, mas agora eles querem ídolos que cantam, que pregam, que profetizam….

Muitos falam que eu sou feio, e até pintam quadros horríveis dizendo que eu tenho chifres, pêlos e cara de bode. Desde a minha criação sou muito vaidoso e jamais aceitaria ser desta forma. Se vocês ouvissem aquele tal apóstolo Paulo saberiam como eu sou de verdade – sempre fui um anjo de luz, fala mansa, voz agradável, boa aparência e muito convincente [6]. Felizmente são
poucos os que me reconhecem.

Para terminar, eu quero dizer a todos que não sou ateu ou agnóstico. Eu creio e tremo diante de Deus [7]. Mas eu não consigo, não consigo me submeter. Submissão significa obediência, e eu não quero ser servo. Aliás, tem muita gente indo comigo que também crê em Deus, pratica seus atos religiosos, freqüenta igreja, e é dessa mesma opinião.

Pr. Daniel Rocha
Pastor da Igreja Metodista e psicólogo

Notas:
[1] Ap 12.12
[2] Lc 15.12
[3] 2Tm 4.10
[4] Mt 18.34-35
[5] Tg 4.7
[6] 2Co 11.14
[7]Tg 2.19

AME E NÃO SE OCUPE DO PECADO!

Posted in Uncategorized on fevereiro 19, 2009 by pensandolivre

Uma mulher invade a casa onde Jesus está. Entra e beija-lhe os pés, molha-os com lágrimas e os enxuga com seus próprios cabelos.

O dono da casa julgava a mulher e julgava a Jesus. A mulher por ser uma “pecadora” da cidade e Jesus por aceitar o amor dela.

Jesus, porém, disse que aquela mulher amara muito, por isto, seus pecados estavam perdoados, pois aquele que muito ama, a esse tal muito se perdoa.

Sim! Pois o verdadeiro amor faz absolvição de tudo e todos.

Não somente cobre multidão de pecados dos outros, pois, perdoa sempre; mas, também, recebe absolvição de pecados, pois, quando se erra em razão de ignorância, porém, amando…; o amor sara diante de Deus e dos homens o erro daquele que, amando, estava equivocado; pelo menos assim será ante os olhos e sentidos dos que, pelo tempo, continuarem a ver a jornada do ser que ama.

Os pecados dos que erram amando são perdoados sempre; até porque ninguém que de fato ame usará o amor como pretexto para o pecado.

Além disso, quem ama não planeja o erro e nem tampouco age errado tendo o passado de amor como álibi para o erro deliberado de agora.

O amor no máximo se equivoca, mas não delibera o pecado.

Entretanto, o amor não mata nunca, não ofende conscientemente jamais, e não intenta armadilha sob qualquer hipótese.

Portanto, se você diz que é capaz de matar por amor, de ofender por amor e de armar cenários irreais por amor — saiba: não é amor que existe em você.

É que quase ninguém mais sabe o que é amor; exceto, talvez, por filhos ainda se saiba alguma coisa…

O amor não diz “é meu” quando o objeto do amor anda em outra direção.

O amor não diz não pode para um objeto de amor adulto, quando o tal amado mostrar que sua deliberação seja outra.

O amor não obriga ninguém a ficar…

O amor não engana o próximo…

O amor não sabe manipular…

O amor não fica triste quando o sucesso do objeto do amor não passa pelo ser que ama.

O amor conhece o zelo, mas não sabe conviver com o ciúme; pois, em havendo ciúmes, o amor sempre sabe que não é o seu poder que está sendo exercido.

O amor somente aceita amor que seja amor como troca.

O amor sabe que seu maior falsificador é paixão e suas passionalidades.

Desse modo, o verdadeiro discípulo, sabe que não há nenhuma Lei sobre ele como detalhamento de comportamento, posto que o amor seja o cumprimento da Lei de Deus, só que motivada pelo amor.

Portanto, mudando o paradigma imposto por milênios de Religião, deixe de perguntar “o que eu posso?” — e apenas pergunte: “O que estou sentindo, fazendo e propondo passa pelo crivo do seja amor?”

Agora leia Gálatas cinco, todo o capitulo, e, ao ler, tenha em mente o que amor seja; pois, agora, eu sei que você entenderá o caminho do discípulo de Jesus conforme proposto por Paulo no texto que peço a você que leia.

 Nele, que nos chama não para as regras, mas para a Lei do Amor.

 

Grande Caio Fábio.

Era uma igreja muito engraçada…

Posted in Uncategorized on janeiro 19, 2009 by pensandolivre
…não tinha teto, não tinha nada.

Essa noite, eu tive um sonho de sonhador, sonhei com uma igreja esquisita. Ela não tinha muros, piso, púlpito, bancos ou aparelhagem de som. A igreja era só as pessoas. E as pessoas não tinham títulos ou cargos, ninguém era chamado de líder, pois a igreja tinha só um líder, o Messias. Ninguém era chamado de mestre, pois todos eram membros da mesma família e tinham só um Mestre. Tampouco alguém era chamado de pastor, apóstolo, bispo, diácono ou Irmão. Todos eram conhecidos pelos nomes, Maria, Pedro, Afonso, Julia, Ricardo…

Todos os que criam pensavam e sentiam do mesmo modo. Não que não houvesse ênfases diferentes, pois Paulo dizia: “Vocês são salvos por meio da fé. Isso não vem das obras, para que ninguém se glorie”, enquanto Tiago dizia: “A pessoa é aceita por Deus por meio das suas obras e não somente pela fé”. Mas, mesmo assim, havia amor, entendimento e compreensão entre as pessoas e suas muitas ênfases.

Não havia teólogos nem cursos bíblicos, nem era necessário que ninguém ensinasse, pois o Espírito ensinava a todos e cada um compartilhava o que aprendia com o restante. E foi dessa forma que o Agenor, advogado, aprendeu mais sobre amor e perdão com Dinorá, faxineira

Não havia gente rica em meio a igreja, pois ninguém possuía nada. Todos repartiam uns com os outros as coisas que estavam em seu poder de acordo com os recursos e necessidades de cada um. Assim, César que era empresário, não gastava consigo e com sua família mais do que Coutinho, ajudante de pedreiro. Assim todos viviam, trabalhavam e cresciam, estando constantemente ligados pelo vínculo do amor, que era o maior valor que tinham entre eles.

Quando eu perguntei sobre o horário de culto, Marcelo não soube me responder e disse que o culto não começava nem acabava. Deus era constantemente cultuado nas vidas de cada membro da igreja. Mas ele me disse que a igreja normalmente se reunia esporadicamente, pelo menos uma vez por semana em que a maioria podia estar presente. Normalmente era um churrasco feito no sítio do Horácio e da Paula, mas no sábado em que eu participei, foi uma macarronada com frango na casa da Filomena. As pessoas iam chegando e todos comiam e bebiam o suficiente.

Depois de todos satisfeitos, Paulo, bem desafinado, começou a cantar uma canção. Era um samba que falava de sua alegria de estar vivo e de sua gratidão a Deus. Maurício acompanhou no cavaquinho e todos cantaram juntos. Afonso quis orar agradecendo a Deus e orou. Patrícia e Bela compartilharam suas interpretações sobre um trecho do evangelho que estavam lendo juntas. Depois foi a vez de Sueli puxar uma canção. Era um bolero triste, falando das saudades que sentia do marido que havia falecido há pouco tempo. Todos cantaram e choraram com ela. Dessa vez foi Tiago que orou. Outras canções, orações, hinos e palavras foram ditas e todas para edificação da igreja.

Quando o sol estava se pondo, Filomena trouxe um enorme pão italiano e um tonelzinho com um vinho que a família dela produzia. O ápice da reunião havia chegado, pela primeira vez o silêncio tomou conta do lugar. Todos partiram o pão, encheram os copos de vinho e os olhos de lágrimas. Alguns abraçados, outros encurvados, todos beberam e comeram em memória de Cristo.

Acordei com um padre da Inquisição batendo à minha porta. Junto dele estavam pastores, bispos, policiais, presidentes, ditadores, homens ricos e um mandado de busca. Disseram que houvera uma denúncia e que havia indícios de que eu era parte de um complô anarquista para acabar com a religião. Acusaram-me de freqüentar uma igreja sem líderes, doutrina ou hierarquia; me ameaçaram e falaram: “Ninguém vai nos derrubar!”. Expliquei: “Vocês estão enganados, não fui a lugar nenhum, não encontrei ninguém ou participei de nada… aquela é apenas a igreja dos meus sonhos”.
Extraido. [adorei esse texto, por isso postei]casa_21
por: Tonho [foi coordenador do UG -Min. Jovem do Portas Abertas]
fonte: www. u n d e r g r o u n d .org.br
Postado para apenas para discursão.

O cuidado de Deus

Posted in Uncategorized on dezembro 27, 2008 by pensandolivre

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O cuidado de Deus.

 

O cuidado de Deus para conosco é incomparável, no entanto, nem sempre os nossos corações são agradecidos à altura do que recebemos. Nossas mentes e perspectivas são tão pequenas que nos esquecemos de avaliar a verdadeira condição da vida em nosso planeta, o pecado tornou a condição humana tão degradante que a maioria de nós vive em situações inacreditáveis, você já parou para pensar se a população do mundo inteiro pudesse ser reduzida para uma vila de 100 pessoas? Mantendo as proporções de todos os povos existentes no mundo essa vila seria assim composta:

57 asiáticos, 21 europeus, 14 americanos, da América do Norte, do Sul e da América Central, e 8 africanos. 52 seriam mulheres e 48 seriam homens, 30 seriam brancos e 70 seriam não-brancos, 30 seriam cristãos e 70 seriam não-cristãos, 6 pessoas possuiriam 59% da riqueza da vila, e todas elas seriam norte-americanas, 80 viveriam em casa sem condições higiênicas, 70 seriam analfabetos, 50 seriam mal alimentados, 1 estaria a ponto de morrer, 1 estaria a ponto de nascer, 1 possuiria um computador, 1 teria titulo superior, sim, só um, já imaginou?  Se você acordou hoje com mais saúde do que doença, você tem mais sorte que milhões de pessoas que não chegaram a ver nem mesmo a próxima semana, considerando-se o mundo por essa perspectiva esta claro necessidade de acertar-se, compreender-se, tratar-se de forma humana educada, respeitosa, considere também isso, se você nunca passou pelos perigo de uma batalha, pela solidão da prisão, pela agonia da tortura, pelo desespero da fome, você é mais feliz que 500 milhões de habitantes deste mundo, se você puder ir a igreja sem ter medo de ser ameaçado, preso, torturado ou morto, você tem mais sorte que 3 bilhões de pessoas do mundo, se você tem comida na geladeira, tem roupas, tem teto sobre a cabeça, e um lugar para dormir, você é mais rico que 75% dos habitantes deste planeta, se você tem algum dinheiro no banco, ou na carteira, ou uns trocados no bolso, você se encontra entre os 8% das pessoas mais bem sucedidas do mundo, se os seus pais ainda estão vivos e casados você é uma pessoa verdadeiramente rara, se você pode ler esse texto, acabou de receber mais uma benção, você não se encontra entre os 2 bilhões de pessoas que não aprenderam a ler. Diante desse todo quadro degradante da humanidade, Deus chama um povo para ser diferente, enquanto todos se matam, roubam, prostituem-se, um grupo se matem na presença do DEUS VIVO, o que me incomoda é exatamente a parti em que vivemos, pensamos que somos o povo mais feliz do mundo, sempre nos reportamos a Deus como se Ele estivesse em divida para conosco, somos chamados para servir aqueles que estão nas regiões das trevas, olha a situação em que o mundo se encontra. Qual o seu papel nessa realidade?

Ser cristão

Posted in Uncategorized on dezembro 13, 2008 by pensandolivre

…ser cristão significava em princípio estar pronto para martyrein, para “ser testemunha” da crença cristã – dispondo-se a ser discriminado, sofrer, ser torturado e, na verdade, a morrer… Assim, a palavra mártir significava ser testemunha com o próprio sangue; confessor era o nome dado àqueles que sobreviviam bravamente à perseguição. O cristão devia suportar o destino final do martírio, mas não procurar esse destino.
De acordo com as origens hebraicas, a verdade do cristianismo não era para ser vista, nem teorizada; antes, era para ser praticada. Assim, no evangelho de João, Jesus Cristo é chamado de “o caminho, a verdade e a vida” (14,6). O conceito cristão de verdade originalmente não era contemplativo e teórico como o conceito grego, mas sim operativo e prático.
O que deve ser mais importante para um movimento religioso do que qualquer instituição ou constituição é seu poder espiritual e moral, e nos primeiros séculos da igreja isso não faltava.

– Hans Küng em Igreja Católica, 2002, Objetiva.